Dilma cresce nas pesquisas para Presidente, e o senador “carioca” Aécio Neves continua parado.

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Na última pesquisa divulgada pelo Datafolha, a presidenta Dilma foi de 34% para 38%, o senador Aécio continua cravado nos 20% das intenções de voto e o ex-governador Campos, 9%. Hoje o Datafolha esclarece que na comparação com sua última pesquisa anterior, nesta as intenções de voto na presidenta Dilma variaram negativamente em apenas um dos 21 estratos sociais apurados regularmente pelo Instituto.

“Foi entre os eleitores que vivem em famílias com renda mensal entre 5 e 10 salários mínimos. Nesse segmento de classe média, a petista oscilou de 28% para 26% – uma diferença dentro da margem de erro, de seis pontos neste subgrupo específico. Às vezes dentro da margem de erro, às vezes um pouco acima dela, Dilma tem mais pontos agora do que na pesquisa anterior em 18 estratos: entre homens e mulheres; em todos os grupos etários; em quatro das cinco regiões do pais; nos municípios interioranos; entre eleitores com diferentes graus de escolaridade; e nas outras quatro faixas de renda (…)”, detalha hoje a reportagem da Folha de S.Paulo.

“Esse conjunto de dados mostra que o crescimento de Dilma foi consistente”, explica o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino. “É fruto de algo que atingiu todas as camadas sociais. Reforça a ideia de que foi uma mudança geral de humor influenciada pelo clima da Copa”, completa. A pesquisa mostra que o “orgulho de ser brasileiro” passou de 77% para 85% desde maio e a avaliação de que o Brasil é um lugar bom ou ótimo para se viver subiu de 64% para 72%.

O orgulho dos brasileiros pelo fato de o país sediar a Copa, por sua vez, é compartilhado por nada menos que 60% da população – e isso a considerar todo aquele bombardeio contra a realização do evento aqui, que antecedeu o início do Mundial. Agora, essa opinião  favorável a respeito da realização do Mundial no Brasil é crescente. Para o Instituto todo e esse conjunto de sensações levou à mudança de humor no país e a população a ficar mais otimista em suas avaliações econômicas, como por exemplo, em relação às expectativas quanto a inflação, emprego e renda.

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